domingo, 29 de setembro de 2013

A Pizza já está no forno! o "Relatório Paralelo" já está pronto!

Atenção! Alerta Máximo!
 A Pizza já está no forno! Informações de fonte segura dizem que o "Relatório Paralelo" já está pronto!  A Intenção é livrar a Empresa concessionária TCCC e os gestores da Prefeitura de Maringá das consequências dos crimes de Fraude Fiscal e de Improbidade Administrativa, respectivamente! A Aprovação do Relatório Final do relator da CPI Vereador Humberto Henrique, poderia significar muito prejuízo financeiro e político para as famílias dos poderosos de Maringá.  A Ordem é a não aprovação do Relatório, sob o argumento de que existem questões sigilosas da empresa e do contrato que não poderiam aparecer publicamente!  Um Absurdo! Vamos evitar a Pizza!  Vamos todo à Câmara de Vereadores e levar cartazes e faixa e Pizzas!  Agora é a hora do povo de Maringá mostrar a sua força!

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

HOJE - Segunda Feira - 15h - Todos à Câmara de Vereadores para a Votação do Relatório Final da CPI dos Transportes.

Se a Câmara Municipal de Maringá estiver vazia, não se tem nenhuma dúvida quanto a não aprovação do Relatório! Mas se a "casa do povo" estiver cheia, a conversa poderá ser outra! Tudo dependerá da participação da população na Câmara de Vereadores!
VAMOS ESPALHAR- COMPARTILHE!
Clique na imagem e abra o evento no Facebook:


MOBILIZAÇÃO AVALIAÇÃO E DESAFIOS!
O Movimento Transporte Para Todos convida a população de Maringá para participar da última reunião e garantir a aprovação do Relatório Final da CPI dos Transportes.
As entidades que participam do Movimento Transporte para Todos estão convencidas, (pela realidade das diferenças gritantes de preço e de qualidade em relação à maioria dos municípios brasileiros), que a “concessão pública de operação do sistema de transportes de passageiros de Maringá” possui irregularidades e...
o que o relatório da CPI deverá identificar parte delas.
Após três meses (90 dias) de mobilizações da sociedade e do árduo trabalho dos vereadores, mas especialmente do relator da CPI o Vereador Humberto Henrique (PT), juntando e analisando documentos, é primordial que ocorra a aprovação do relatório apontando as irregularidades, que pode modificar o valor da tarifa. Desconfia-se da possibilidade da não aprovação, o que significará jogar toda a CPI na lata do Lixo e decretar, por simples maioria, sem base na razão, uma grande PIZZA goela abaixo do Povo de Maringá.
Caso seja garantida a aprovação do referido relatório, ainda há a execução das devidas correções e a punição dos responsáveis e dos culpados pelos desvios ou irregularidades constatadas. Percebe-se, portanto, que a luta não termina com o fim da CPI, ao contrário, a luta pela melhoria dos serviços com a qualidade que o consumidor merece será, ainda, um caminho árduo.
Vamos participar da Reunião Final da CPI e assegurar que a conquista dos movimentos de rua ocorridos em junho em Maringá traga um resultado efetivo para a população. Não aceitaremos manipulações, defendemos o direito inalienável do acesso à cidade e o transporte de qualidade é uma condição básica.
A CPI poderá trazer (ou não) alguns avanços, mas a luta passará não apenas pela redução da tarifa e sim pelo cumprimento da obrigação dos gestores e dos vereadores em aprofundar um debate sobre um Plano de Mobilidade Urbana que ainda encontra-se em elaboração e ainda não existe em Maringá. O Plano Diretor precisa incorporar um Plano Setorial de Transportes e Mobilidade. As entidades da sociedade civil desejam um diálogo franco com a gestão do município e a Câmara de Vereadores poderá cumprir com um importante papel para viabilizar a existência do diálogo participativo, ou não, isso depende dos interesses envolvidos! Mas dependerá, também, da nossa mobilização!
Os recursos existem, basta vontade política e interesse (ou competência) dos gestores. Consideramos que apenas através do exercício do controle social é que se poderá garantir a participação e união dos diversos atores sociais, técnicos e políticos na promoção da melhoria do serviço. O Movimento Transporte para Todos defende a constituição de um Conselho Municipal de Transporte e Mobilidade Urbana deliberado em processo de Conferência Pública com a sociedade maringaense.



sexta-feira, 13 de setembro de 2013

O que esperar da CPI dos Transportes em Maringá?

Por: Edson Leonardo Pilatti 
As ruidosas manifestações de junho pautaram em todo o país a necessidade de mais investimentos e melhorias nos serviços públicos de transportes, saúde, educação, segurança e outras pautas como o fim da corrupção. A crise política atingiu o espectro nacional. O governo federal, os municípios e os governos dos estados regozijam-se para atender o clamor das ruas, o que torna valiosa a conquista da Juventude e dos movimentos de junho. Os partidos políticos foram os que mais sofreram com o desgaste, atingindo a todos! Mas alguns avanços já são sentidos, como o exemplo do programa Mais Médicos e o próprio anúncio da presidenta Dilma de R$ 50 Bi para a Mobilidade Urbana e o transporte coletivo de massas. Em muitos municípios, em relação ao transporte, estão ainda em processo de investigação sobre a qualidade do serviço prestado pelas concessionárias e sobre um valor justo para a tarifa. Em Maringá a conquista foi a CPI dos Transportes.
 A Pressão Popular expôs as feridas dos vínculos que calam os que “reservam o plano pessoal”, muitos são intransponíveis, não seria prudente criticar, uma “coexistência” é exigida para os que ainda pretendem garantir espaço no mercado, tanto em empresas como o próprio espaço profissional. O jornalismo não está fora da “área de contaminação”, ao contrário! E todos sabem que assim está pré-estabelecido, ninguém é ingênuo. Se a realidade está pré-estabelecida, então presumo que quem nasceu com esta não sabe de outra coisa além da própria realidade que lhe foi imposta. Ao ler "o mito da caverna", sabemos que um homem que tinha uma realidade pré-estabelecida, por meio do machado se aventurou a outra realidade. Mas requer coragem! Mas homens e mulheres de coragem, normalmente perdem dinheiro e às vezes o próprio emprego! Essa é a realidade de um contexto em que está encurralada a conquista de junho em Maringá.  
A CPI tem um limite claro e o foco será a redução da tarifa, pelas informações já levantadas, existe uma grande possibilidade de redução da tarifa. Mas se reduzirmos a tarifa apenas, o que acontecerá com as questões da qualidade? Como a redução da tarifa poderá solucionar a questão da lotação nos horários de pico, de uma frota de qualidade inferior e carros mais baratos em relação aos de outros municípios? A qualidade inferior da frota é um item a ser inspecionado pela CPI? Aqui temos verdadeiros caminhões com carroceria de ônibus e ninguém colocará isso em questão? Será que estaremos arrumando um “bode expiatório” e jogando toda a culpa para os problemas do fluxo viário? Será que a CPI objetivou conhecer e compreender de que modo os motoristas de ônibus percebem a sua qualidade de vida relacionada ao trabalho que exercem? Há muita incompreensão sobre questões técnicas e isso é um pano de fundo para uma grande tergiversação sobre a realidade do sistema. Os motoristas estarão sendo crucificados como os responsáveis pelas péssimas condições de trânsito e atendimento da população no cumprimento dos horários. O Trânsito em Maringá foi a principal justificativa de uma pretensa “impossibilidade” para o cumprimento de horários. Mas vejamos: Se o Nosso sistema viário ainda não está estruturado por uma concepção modular das estações que permitiria a sua ampliação gradual de acordo com o aumento da demanda devido à expansão do sistema, garantindo a manutenção do nível de serviço aos usuários. Na concepção modular, os terminais e estações de integração seria posicionado em pontos estratégicos na rede de transportes possibilitando a integração física e tarifária entre diferentes serviços, fundamentais para a operação de um sistema tronco alimentado.
 Fonte: Eloisa Maieski Antunes: Avaliação da qualidade do transporte público por ônibus sob o ponto de vista do usuário em cidades médias paranaenses (http://www.peu.uem.br/Discertacoes/Eloisa.pdf)
No entanto, pra implantação do sistema seriam necessários os investimentos em infraestrutura viária no setor de transportes em Maringá. Porém, mesmo sendo anunciados investimentos em 2010 que teriam inicio em 2011. Dando a Notícia de que fora “Assinado acordo de US$ 13milhões para obras no trânsito de Maringá”, até hoje estão à sombra do paço municipal!  A população de Maringá está apreensiva quando aos resultados da CPI, pois apenas a redução da tarifa não significará a melhoria da qualidade do serviço e não estaremos apurando as responsabilidades pela não existência de investimentos na infraestrutura viária e na mobilidade urbana na cidade. Podemos ter uma vitória parcial e pífia se esse resultado estive resumido à baixar uns centavos da tarifa. Não é apensa por 0,20 centavos!
O Movimento Transporte Para Todos continuará buscando esclarecer a população sobre a necessidade de investimentos concretos e uma gestão municipal mais comprometida com a melhoria das condições de locomoção em Maringá, seja pela ampliação do serviço de transporte coletivo com os devidos investimentos na infraestrutura como: os pontos de ônibus cobertos, faixas e corredores exclusivos para os ônibus, os terminais de bairro, seja pelo estímulo à utilização de meios mais baratos e saudáveis, como a implantação das prometidas ciclovias. 
A luta agora não é mais apenas pela redução da tarifa e sim pelo cumprimento da obrigação dos gestores e dos vereadores em aprofundar um debate sobre a necessidade de um Plano de Mobilidade Urbana que ainda encontra-se em elaboração e não existe em Maringá. O Plano Diretor precisa incorporar um plano setorial de transportes e mobilidade. Os recursos existem, o que falta é vontade política e interesse (ou competência) dos gestores. Apenas o controle social poderá garantir a participação e união dos diversos atores sociais, técnicos e políticos para a promoção desse avanço. Acreditamos que esse debate passa pela criação de um Conselho Municipal de Transporte e Mobilidade Urbana, que é urgente!
Vejam o Vídeo reportagem: Moradores saem às ruas, vão à sessão da Câmara e conseguem CPI do transporte coletivo.  

terça-feira, 27 de agosto de 2013

Reunião do Comitê de Acompanhamento da CPI dos Transportes de Maringá! Construção da Audiência Pública dos Transportes e Mobilidade Urbana!

Participe da Reunião. 19:00H - Quarta FeiraLocal: Colégio Gastão Vidigal.
 O Comitê Popular é Formado pelas entidades de Maringá que acompanham a CPI dos transportes! A investigação de irregularidades na tarifa da TCCC em Maringá está em andamento. Convidamos a população e as entidades que mantenham a fiscalização do trabalho dos vereadores que integram a CPI dos Transportes, que foi uma conquista das mobilizações de junho!

Agora, vamos buscar a melhoria da qualidade do serviço e contribuir com as propostas para um Transporte de Qualidade pra Todos!

Propomos construir uma AUDÊNCIA PÚBLICA SOBRE OS TRANSPORTES E A MOBILIDADE URBANA EM MARINGÁ.

Busca-se a elaboração participativa de um Plano Setorial de Transporte e da Mobilidade Urbana relativa ao transporte de passageiros, que terá como estratégia fundamental a promoção de medidas que promovam a alteração na matriz de deslocamentos da população, por meio do aumento da participação do transporte coletivo verificada atualmente.

O controle da sociedade sobre a execução das políticas é prerrogativa para a sua eficiência e qualidade. Para exercer esse controle consideramos primordial a constituição de um CONSELHO MUNICIPAL DE TRANSPORTES E DA MOBILIDADE URBANA, permitindo a definição da tarifa e a fiscalização dos serviços de forma permanente e participativa, além da participação efetiva da população nas definições sobre melhorias necessárias ao Plano Diretor da cidade!

A melhoria dos serviços públicos é uma exigência e um direito da população. Apenas pela participação popular poderemos garanti-los. 





Foto da capa

terça-feira, 13 de agosto de 2013

O Comitê Popular está de olho. Formado pelas entidades o Comitê estará presente na reunião da CPI dos transportes que votará requerimento sobre investigação de irregularidades na tarifa da TCCC em Maringá. A aprovação é condição para identificar se existem irregularidades e para identificar a necessidade de redução da tarifa e mais investimentos na qualidade do serviço. Convidamos a população e as entidades a cumprir com a sua obrigação cidadã e fiscalizar os vereadores que integram a CPI dos Transporte, que foi uma conquista das mobilizações de junho! Vamos todos na Câmara de Vereadores dia 19 de agosto, às 15h!


 
ACOMPANHE O EVENTO: CONVIDE SEUS AMIGOS:  

 

sexta-feira, 26 de julho de 2013

CAMPANHA PERMANENTE CONTRA OS AGROTÓXICOS E PELA VIDA

 
O Brasil é o primeiro colocado no ranking mundial do consumo de agrotóxicos. Mais de um milhão de toneladas de venenos foram jogados nas lavouras em 2010, de acordo com dados do Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para a Defesa Agrícola.
Com a aplicação exagerada de produtos químicos nas lavouras do país, o uso de agrotóxicos está deixando de ser uma questão relacionada especificamente à produção agrícola e se transforma em um problema de saúde pública e preservação da natureza.
O consumo de agrotóxicos cresce de forma correspondente ao avanço do agronegócio, modelo de produção que concentra a terra e utiliza  quantidades crescentes de venenos para garantir a produção em escala industrial.
  
Desta forma, o uso excessivo dos agrotóxicos está diretamente relacionado à atual política agrícola do país, que foi adotada a partir da década de 1960. Com a chamada Revolução Verde, que representou uma mudança tecnológica e química no modo de produção agrícola, o campo passou por uma “modernização” que impulsionou o aumento da produção, mas de forma extremamente dependente do uso dos pacotes agroquímicos [adubos, sementes melhoradas e venenos].
Segundo a Associação Brasileira da Indústria Química (Abiquim), na última safra foram vendidos mais de 7 bilhões de dólares em agrotóxicos. Todo este mercado se concentra nas mãos de apenas seis grandes empresas transnacionais, que controlam mais de 80% do mercado dos venenos. São elas: Monsanto; Syngenta; Bayer; Dupont; DowAgrosciens e Basf.
Nesse quadro, os agrotóxicos já ocupam o quarto lugar no ranking de intoxicações. Ficam atrás apenas dos medicamentos, acidentes com animais peçonhentos e produtos de limpeza. Essas fórmulas podem causar esterilidade masculina, formação de cataratas, evidências de mutagenicidade, reações alérgicas, distúrbios neurológicos, respiratórios, cardíacos, pulmonares, no sistema imunológico e no sistema endócrino, ou seja, na produção de hormônios, desenvolvimento de câncer, dentre outros agravos à saúde.

O QUE É A CAMPANHA
 
Diante dessa triste realidade mais de 30 entidades da sociedade civil brasileira, movimentos sociais, entidades ambientalistas, estudantes, organizações ligadas a área da saúde e grupos de pesquisadores lançaram a Campanha Permanente Contra os Agrotóxicos e Pela Vida. A Campanha pretende abrir um debate com a população sobre a falta de fiscalização no uso, consumo e venda de agrotóxicos, ademais disso sobre a contaminação dos solos e das águas bem como denunciar os impactos dos venenos na saúde dos trabalhadores, das comunidades rurais e dos consumidores nas cidades.
Para além de denunciar as mazelas causadas pelas empresas e pelo uso de agrotóxicos, é preciso construir formas de restringir o uso de venenos e de impedir sua expansão, propondo projetos de lei, portarias e iniciativas legais e jurídicas.
Outro campo de atuação da campanha é o anuncio da possibilidade de construção de um outro modelo agrícola, baseado na agricultura camponesa e agroecológica. Temos estudos que comprovam que essa forma de produzir é viável, produz em quantidade e em qualidade suficientes para abastecer o campo e a cidade. Então propomos avançar na construção destas experiências que são a única saída para esse modelo imposto que concentra riquezas, expulsa a população do campo e produz pobreza e envenenamento. Produzir alimentos saudáveis com base em princípios agroecológicos, em pequenas propriedades, com respeito à natureza e aos trabalhadores é a única forma de acabar com a fome e de garantir qualidade de vida para as atuais e futuras gerações.

OBJETIVOS
 
Podemos elencar como principais objetivos da campanha:

1-Construir um processo de conscientização na sociedade sobre a ameaça que representam os agrotóxicos, denunciando assim todos os seus efeitos degradantes à saúde, ao meio ambiente, etc;
2-Denunciar e responsabilizar as empresas que produzem e comercializam agrotóxicos;
3-Pautar na sociedade a necessidade de mudança do atual modelo agrícola que produz comida envenenada;
4-Fazer da campanha um espaço de construção de unidade entre ambientalistas, camponeses, trabalhadores urbanos, estudantes, consumidores e todos aqueles que prezam pela produção de um alimento saudável que respeite ao meio ambiente;
5-Explicitar a necessidade e o potencial que o Brasil tem de produzir alimentos diversificados e saudáveis para todos, em pleno convívio com o meio ambiente com base em princípios agroecológicos.

 
Filme "O VENENO ESTÁ NA MESA" do cineasta Sílvio Tendler.
O Documentário denuncia a problemática causada pelos agrotóxicos na saúde do povo e no meio ambiente, e faz parte de um conjunto de materiais elaborados pela Campanha Permanente Contra os Agrotóxicos e Pela Vida.
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Clic nos links, abaixo, da Parte 1 até parte 4, e assista ao Filme ""O veneno está na mesa" do cineasta Sílvio Tendler. Convide toda sua família para assistir e divulgue para todos seus amigos e amigas. É questão de saúde pública, questão muito grave.

Parte - 1
http://www.youtube.com/watch?v=WYUn7Q5cpJ8&NR=1
Parte - 4 http://www.youtube.com/watch?v=AdD3VPCXWJA&feature=related

A reprodução e multiplicação é livre.  Copiem, multipliquem, distribuam nas escolas, faculdades, sindicatos, igrejas, etc.
 
CONTATOS 
Para atingir nossos objetivos é preciso que a Campanha se enraíze através da construção de comitês locais, para que todas as iniciativas possam ser absorvidas pelo conjunto da sociedade. As denúncias precisam chegar às escolas, igrejas, rádios locais, jornais do bairro, para que o povo possa discutir que tipo de comida quer se alimentar. Venha participar conosco na luta contra os agrotóxicos e pela vida!
 
Secretaria Operativa Nacional
fones: (11) 3392-2660/ (11) 7181-9737
e-mail:  contraosagrotoxicos@gmail.com
skype: contraosagrotoxicos
 
Fonte: 

sexta-feira, 5 de julho de 2013

A esquerda sectária e o pombo enxadrista!

Mas é incrível como ainda tem alguns "teóricos de esquerda" (sic) (esquerda sectária) e os iludidos dos "Anônymus" (sic) que ainda acreditam que o "poder" e que a exclusividade da corrupção é de responsabilidade única e está nos executivos (governos federal, estadual e municipal) e se esquecem do judiciário corrupto, das empresas corruptoras e do legislativo com uma grande maioria corrupta!
 O movimento das ruas deve ter consciência que nada mudará se não mudar visceralmente as instituições e principalmente as negociatas das grandes empresas multinacionais e do monopólio midiático com o judiciário com as "bênçãos" dos legisladores eleitos para defendê-los ou para "encobrir" as suas ações.
 E as empresas? Monsanto, Cargil, Bunge (latifúndios) a vizinha Nortox, Globo, TCCC, conglomerados imobiliários? Cadê a dita “esquerda revolucionária assumindo concretamente as campanhas contra os agrotóxicos e pela democratização e fim do monopólio midiático”? Eu sei que alguns movimentos focam a sua luta contra o capitalismo, mas outros da dita esquerda tem o foco apenas e exclusivamente num único objetivo, responsabilizando-os por tudo. Um sectarismo que só alimenta a própria direita. Além disso, temos outras formas de dominação cultural e ideológica, religiosas (tanto evangélicas como católicas e outas) e do consumismo como hábito e desejo. Mas sei, a culpa é do PT que capitulou né! E o judiciário?

 No entanto, muitos fazem o debate com uma postura de POMBO ENXADRISTA!
O Complexo do Pombo Enxadrista consiste no conhecimento vulgar culminado com um egocentrismo, com a vaidade do ignorante, em um debate em que pessoas seguem a lógica de estrutura de um debate, que é fundamentação racional e lógica para convencer as outras pessoas de suas concepções. O Pombo Enxadrista ele não se importa com as argumentações expostas pelas pessoas de suas concepções e argumentos que participam do respectivo debate, e expõe de forma debochada em infantil sua opinião sem fundamento, apenas com a cegueira das viseiras nos olhos, em seguida encerra sua exposição com ego inflamado se retirando do debate, não permitindo outras pessoas contra argumentarem como consequência da forma vulgar que expôs sua postura e suas verdades. Essa é a razão da expressão, porque o pombo anda com o peito simbolizando o ego, a vaidade; enxadrista porque está “se propondo” a um debate estratégico inteligente, sendo que não o faz, “ele defeca no tabuleiro” derruba as peças e sai voando cantando vitória”, expondo uma infantilidade, falta de maturidade de um indivíduo em um debate. Certamente você já se daperou com um pombo enxadrista por aí.
 
 

quinta-feira, 4 de julho de 2013

A TARIFA DO ÔNIBUS AUMENTOU! A PREFEITURA DIZ QUE REDUZIU - ASSISTA AQUI A MENTIRA NO SITE DA PREFEITURA:

Vejam a mentira! Nas principais cidades brasileiras, as manifestações nas ruas conquistaram a redução da tarifa, em Maringá, ao invés, tivemos um aumento de R$ 2,50 (até 2 de junho) para R$ 2,55 (em 14 de junho) mesmo com as desonerações do...s Governos Federal, Estadual e Municipal.
As desonerações permitiram à empresa concessionária obter a redução de 20% sobre a folha de pagamento para 2% sobre o lucro. (significando mais de 200 mil por mês - desde janeiro de 2013) e a desoneração do PIS e COFINS (desde o dia 1º de junho de 2013) significando mais de 170 mil por mês, além da desoneração do ICMS do óleo diesel pelo Governo do Estado e do ISS do município. Esses são recursos financeiros que a empresa concessionária recebeu e que deveria repassar para a redução do preço da tarifa, mas isso não aconteceu, ao contrário, ao invés de redução, tivemos um aumento de R$ 0,05 Portanto, o valor da tarifa em Maringá está excessivamente alto, considerando que a TCCC não tem custo com os cobradores, por não existir cobrador. Estamos diante de uma engenharia financeira e um "jogar de números e valores" para confundir a cabeça das pessoas e fazer todos achar que houve redução.
No entanto, não existiu redução de tarifa, o que está havendo é um aumento de lucro e nenhuma preocupação com a qualidade do serviço. Caracterizando-se como um "engodo", uma "enganação".

ALÉM DISSO, MUITO $$$ DA PREFEITURA (O NOSSO DINHEIRO) ESTÁ SENDO USADO PARA OBTER VANTAGENS ELEITORAIS EM CIMA DESSA MENTIRA!
UM VERDADEIRO ABSURDO!
INDIGINE-SE!
PROTESTE!

VEJA AQUI A MENTIRA NO SITE DA PREFEITURA: http://www2.maringa.pr.gov.br/site/index.php?sessao=c26e561790j2c2&id=a
Ver mais

Mobilização do Paraná contra a Venda do Estado!



11 DE JULHO: ATO EM MARINGÁ! PAUTA DO DIA NACIONAL DE LUTAS E PELA IMEDIATA REDUÇÃO DA PASSAGEM DO ONIBUS!

Acompanhe aqui o evento de convocação no Facebook:
https://www.facebook.com/events/482067701869149/ 

Os Movimentos Sociais e as Centrais Sindicais convocam a sociedade brasileira, trabalhadores e trabalhadoras e suas organizações para o ATO NACIONAL MARINGÁ.  

 

Acompanhe aqui: Pauta Unitária das Centrais para o Dia Nacional de Luta de 11 de julho inclui:...

- contra o PL 4330, da “terceirização” que retira direitos dos trabalhadores brasileiros e precariza ainda mais as relações de trabalho no Brasil; esse Projeto precisa ser varrido imediatamente da pauta do Congresso Nacional;

- que as reduções de tarifa do transporte não sejam acompanhadas de qualquer corte dos gastos sociais;

- 10% do orçamento da União para a saúde pública;

- 10% do PIB para a educação pública, “verbas públicas só para o setor público”;

- fim do fator previdenciário;

- Redução da Jornada de Trabalho para 40 horas sem redução de salários;

- Reforma Agrária;

- suspensão dos leilões de petróleo.

PELA REDUÇÃO IMEDIATA DA TARIFA DO TRANSPORTE COLETIVO EM MARINGÁ!


-Para a mobilização em relação à CPI dos Transportes em Maringá, um Comitê Popular foi criado na sexta feira, (28) de junho, em plenária dos movimentos sociais e populares, conforme anunciado pelo documento entregue aos vereadores, entre os quais, os 04 Movimentos MARINGA NA LUTA; MOVIMENTO PASSE LIVRE; MOVIMENTO PROCICLOVIAS MARINGÁ, MOVIMENTO TRANSPORTE PARA TODOS e mais 72 entidades.
Na reunião foi constituído o COMITÊ PERMANENTE DE ACOMPANHAMENTO DA CPI DOS TRANSPORTES EM MARINGÁ composto pelas 72 entidades e movimentos e deliberou pela composição de uma COMISSÃO DE ACOMPANHAMENTO PERMANENTE DA CPI, que além dos 4 que já a integrava, mais 5 representantes das entidades: 1 do Movimento Sindical, 1 do Movimento Estudantil Universitário, 1 do Movimento Estudantil Secundarista, 1 do Movimento pela Moradia e 1 do Observatório das Metrópoles da UEM. Totalizando uma Comissão de 9 pessoas. A referida Comissão terá espaço para se manifestar logo na primeira reunião da CPI dos transportes na segunda feira (01) de julho. 




PELA REDUÇÃO IMEDIATA DA TARIFA DO TRANSPORTE COLETIVO

EM MARINGÁ!
 
  
 Acompanhe o histórico nas convocações e reportagens:
Reportagem do Ato na Câmara de Vereadores solicitando equilíbrio na CPI entre Oposição e a bancada Governista na Presidência e Relatoria da CPI.
 
Plenária de Instalação do Comitê convocada pelo Facebook:
 
Reportagem da realização da Plenária de Instalação do Comitê convocada pelo Facebook:
 
Reunião de apresentação do Comitê para a Câmara de Vereadores!
 
Convocação da 1ª Reunião do Comitê no Facebook!
 
Reportagem da Reunião do Comitê que convocou a Mobilização do dia 11 de Julho!