Se a Câmara Municipal de Maringá estiver vazia, não se tem nenhuma dúvida quanto a não aprovação do Relatório! Mas se a "casa do povo" estiver cheia, a conversa poderá ser outra! Tudo dependerá da participação da população na Câmara de Vereadores!
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MOBILIZAÇÃO AVALIAÇÃO E DESAFIOS!
O Movimento Transporte Para Todos convida a população de Maringá para participar da última reunião e garantir a aprovação do Relatório Final da CPI dos Transportes.
As entidades que participam do Movimento Transporte para Todos estão convencidas, (pela realidade das diferenças gritantes de preço e de qualidade em relação à maioria dos municípios brasileiros), que a “concessão pública de operação do sistema de transportes de passageiros de Maringá” possui irregularidades e...
O Movimento Transporte Para Todos convida a população de Maringá para participar da última reunião e garantir a aprovação do Relatório Final da CPI dos Transportes.
As entidades que participam do Movimento Transporte para Todos estão convencidas, (pela realidade das diferenças gritantes de preço e de qualidade em relação à maioria dos municípios brasileiros), que a “concessão pública de operação do sistema de transportes de passageiros de Maringá” possui irregularidades e...
o que o relatório da CPI deverá identificar parte delas.
Após três meses (90 dias) de mobilizações da sociedade e do árduo trabalho dos vereadores, mas especialmente do relator da CPI o Vereador Humberto Henrique (PT), juntando e analisando documentos, é primordial que ocorra a aprovação do relatório apontando as irregularidades, que pode modificar o valor da tarifa. Desconfia-se da possibilidade da não aprovação, o que significará jogar toda a CPI na lata do Lixo e decretar, por simples maioria, sem base na razão, uma grande PIZZA goela abaixo do Povo de Maringá.
Caso seja garantida a aprovação do referido relatório, ainda há a execução das devidas correções e a punição dos responsáveis e dos culpados pelos desvios ou irregularidades constatadas. Percebe-se, portanto, que a luta não termina com o fim da CPI, ao contrário, a luta pela melhoria dos serviços com a qualidade que o consumidor merece será, ainda, um caminho árduo.
Vamos participar da Reunião Final da CPI e assegurar que a conquista dos movimentos de rua ocorridos em junho em Maringá traga um resultado efetivo para a população. Não aceitaremos manipulações, defendemos o direito inalienável do acesso à cidade e o transporte de qualidade é uma condição básica.
A CPI poderá trazer (ou não) alguns avanços, mas a luta passará não apenas pela redução da tarifa e sim pelo cumprimento da obrigação dos gestores e dos vereadores em aprofundar um debate sobre um Plano de Mobilidade Urbana que ainda encontra-se em elaboração e ainda não existe em Maringá. O Plano Diretor precisa incorporar um Plano Setorial de Transportes e Mobilidade. As entidades da sociedade civil desejam um diálogo franco com a gestão do município e a Câmara de Vereadores poderá cumprir com um importante papel para viabilizar a existência do diálogo participativo, ou não, isso depende dos interesses envolvidos! Mas dependerá, também, da nossa mobilização!
Os recursos existem, basta vontade política e interesse (ou competência) dos gestores. Consideramos que apenas através do exercício do controle social é que se poderá garantir a participação e união dos diversos atores sociais, técnicos e políticos na promoção da melhoria do serviço. O Movimento Transporte para Todos defende a constituição de um Conselho Municipal de Transporte e Mobilidade Urbana deliberado em processo de Conferência Pública com a sociedade maringaense.
Após três meses (90 dias) de mobilizações da sociedade e do árduo trabalho dos vereadores, mas especialmente do relator da CPI o Vereador Humberto Henrique (PT), juntando e analisando documentos, é primordial que ocorra a aprovação do relatório apontando as irregularidades, que pode modificar o valor da tarifa. Desconfia-se da possibilidade da não aprovação, o que significará jogar toda a CPI na lata do Lixo e decretar, por simples maioria, sem base na razão, uma grande PIZZA goela abaixo do Povo de Maringá.
Caso seja garantida a aprovação do referido relatório, ainda há a execução das devidas correções e a punição dos responsáveis e dos culpados pelos desvios ou irregularidades constatadas. Percebe-se, portanto, que a luta não termina com o fim da CPI, ao contrário, a luta pela melhoria dos serviços com a qualidade que o consumidor merece será, ainda, um caminho árduo.
Vamos participar da Reunião Final da CPI e assegurar que a conquista dos movimentos de rua ocorridos em junho em Maringá traga um resultado efetivo para a população. Não aceitaremos manipulações, defendemos o direito inalienável do acesso à cidade e o transporte de qualidade é uma condição básica.
A CPI poderá trazer (ou não) alguns avanços, mas a luta passará não apenas pela redução da tarifa e sim pelo cumprimento da obrigação dos gestores e dos vereadores em aprofundar um debate sobre um Plano de Mobilidade Urbana que ainda encontra-se em elaboração e ainda não existe em Maringá. O Plano Diretor precisa incorporar um Plano Setorial de Transportes e Mobilidade. As entidades da sociedade civil desejam um diálogo franco com a gestão do município e a Câmara de Vereadores poderá cumprir com um importante papel para viabilizar a existência do diálogo participativo, ou não, isso depende dos interesses envolvidos! Mas dependerá, também, da nossa mobilização!
Os recursos existem, basta vontade política e interesse (ou competência) dos gestores. Consideramos que apenas através do exercício do controle social é que se poderá garantir a participação e união dos diversos atores sociais, técnicos e políticos na promoção da melhoria do serviço. O Movimento Transporte para Todos defende a constituição de um Conselho Municipal de Transporte e Mobilidade Urbana deliberado em processo de Conferência Pública com a sociedade maringaense.

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