domingo, 29 de setembro de 2013

A Pizza já está no forno! o "Relatório Paralelo" já está pronto!

Atenção! Alerta Máximo!
 A Pizza já está no forno! Informações de fonte segura dizem que o "Relatório Paralelo" já está pronto!  A Intenção é livrar a Empresa concessionária TCCC e os gestores da Prefeitura de Maringá das consequências dos crimes de Fraude Fiscal e de Improbidade Administrativa, respectivamente! A Aprovação do Relatório Final do relator da CPI Vereador Humberto Henrique, poderia significar muito prejuízo financeiro e político para as famílias dos poderosos de Maringá.  A Ordem é a não aprovação do Relatório, sob o argumento de que existem questões sigilosas da empresa e do contrato que não poderiam aparecer publicamente!  Um Absurdo! Vamos evitar a Pizza!  Vamos todo à Câmara de Vereadores e levar cartazes e faixa e Pizzas!  Agora é a hora do povo de Maringá mostrar a sua força!

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

HOJE - Segunda Feira - 15h - Todos à Câmara de Vereadores para a Votação do Relatório Final da CPI dos Transportes.

Se a Câmara Municipal de Maringá estiver vazia, não se tem nenhuma dúvida quanto a não aprovação do Relatório! Mas se a "casa do povo" estiver cheia, a conversa poderá ser outra! Tudo dependerá da participação da população na Câmara de Vereadores!
VAMOS ESPALHAR- COMPARTILHE!
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MOBILIZAÇÃO AVALIAÇÃO E DESAFIOS!
O Movimento Transporte Para Todos convida a população de Maringá para participar da última reunião e garantir a aprovação do Relatório Final da CPI dos Transportes.
As entidades que participam do Movimento Transporte para Todos estão convencidas, (pela realidade das diferenças gritantes de preço e de qualidade em relação à maioria dos municípios brasileiros), que a “concessão pública de operação do sistema de transportes de passageiros de Maringá” possui irregularidades e...
o que o relatório da CPI deverá identificar parte delas.
Após três meses (90 dias) de mobilizações da sociedade e do árduo trabalho dos vereadores, mas especialmente do relator da CPI o Vereador Humberto Henrique (PT), juntando e analisando documentos, é primordial que ocorra a aprovação do relatório apontando as irregularidades, que pode modificar o valor da tarifa. Desconfia-se da possibilidade da não aprovação, o que significará jogar toda a CPI na lata do Lixo e decretar, por simples maioria, sem base na razão, uma grande PIZZA goela abaixo do Povo de Maringá.
Caso seja garantida a aprovação do referido relatório, ainda há a execução das devidas correções e a punição dos responsáveis e dos culpados pelos desvios ou irregularidades constatadas. Percebe-se, portanto, que a luta não termina com o fim da CPI, ao contrário, a luta pela melhoria dos serviços com a qualidade que o consumidor merece será, ainda, um caminho árduo.
Vamos participar da Reunião Final da CPI e assegurar que a conquista dos movimentos de rua ocorridos em junho em Maringá traga um resultado efetivo para a população. Não aceitaremos manipulações, defendemos o direito inalienável do acesso à cidade e o transporte de qualidade é uma condição básica.
A CPI poderá trazer (ou não) alguns avanços, mas a luta passará não apenas pela redução da tarifa e sim pelo cumprimento da obrigação dos gestores e dos vereadores em aprofundar um debate sobre um Plano de Mobilidade Urbana que ainda encontra-se em elaboração e ainda não existe em Maringá. O Plano Diretor precisa incorporar um Plano Setorial de Transportes e Mobilidade. As entidades da sociedade civil desejam um diálogo franco com a gestão do município e a Câmara de Vereadores poderá cumprir com um importante papel para viabilizar a existência do diálogo participativo, ou não, isso depende dos interesses envolvidos! Mas dependerá, também, da nossa mobilização!
Os recursos existem, basta vontade política e interesse (ou competência) dos gestores. Consideramos que apenas através do exercício do controle social é que se poderá garantir a participação e união dos diversos atores sociais, técnicos e políticos na promoção da melhoria do serviço. O Movimento Transporte para Todos defende a constituição de um Conselho Municipal de Transporte e Mobilidade Urbana deliberado em processo de Conferência Pública com a sociedade maringaense.



sexta-feira, 13 de setembro de 2013

O que esperar da CPI dos Transportes em Maringá?

Por: Edson Leonardo Pilatti 
As ruidosas manifestações de junho pautaram em todo o país a necessidade de mais investimentos e melhorias nos serviços públicos de transportes, saúde, educação, segurança e outras pautas como o fim da corrupção. A crise política atingiu o espectro nacional. O governo federal, os municípios e os governos dos estados regozijam-se para atender o clamor das ruas, o que torna valiosa a conquista da Juventude e dos movimentos de junho. Os partidos políticos foram os que mais sofreram com o desgaste, atingindo a todos! Mas alguns avanços já são sentidos, como o exemplo do programa Mais Médicos e o próprio anúncio da presidenta Dilma de R$ 50 Bi para a Mobilidade Urbana e o transporte coletivo de massas. Em muitos municípios, em relação ao transporte, estão ainda em processo de investigação sobre a qualidade do serviço prestado pelas concessionárias e sobre um valor justo para a tarifa. Em Maringá a conquista foi a CPI dos Transportes.
 A Pressão Popular expôs as feridas dos vínculos que calam os que “reservam o plano pessoal”, muitos são intransponíveis, não seria prudente criticar, uma “coexistência” é exigida para os que ainda pretendem garantir espaço no mercado, tanto em empresas como o próprio espaço profissional. O jornalismo não está fora da “área de contaminação”, ao contrário! E todos sabem que assim está pré-estabelecido, ninguém é ingênuo. Se a realidade está pré-estabelecida, então presumo que quem nasceu com esta não sabe de outra coisa além da própria realidade que lhe foi imposta. Ao ler "o mito da caverna", sabemos que um homem que tinha uma realidade pré-estabelecida, por meio do machado se aventurou a outra realidade. Mas requer coragem! Mas homens e mulheres de coragem, normalmente perdem dinheiro e às vezes o próprio emprego! Essa é a realidade de um contexto em que está encurralada a conquista de junho em Maringá.  
A CPI tem um limite claro e o foco será a redução da tarifa, pelas informações já levantadas, existe uma grande possibilidade de redução da tarifa. Mas se reduzirmos a tarifa apenas, o que acontecerá com as questões da qualidade? Como a redução da tarifa poderá solucionar a questão da lotação nos horários de pico, de uma frota de qualidade inferior e carros mais baratos em relação aos de outros municípios? A qualidade inferior da frota é um item a ser inspecionado pela CPI? Aqui temos verdadeiros caminhões com carroceria de ônibus e ninguém colocará isso em questão? Será que estaremos arrumando um “bode expiatório” e jogando toda a culpa para os problemas do fluxo viário? Será que a CPI objetivou conhecer e compreender de que modo os motoristas de ônibus percebem a sua qualidade de vida relacionada ao trabalho que exercem? Há muita incompreensão sobre questões técnicas e isso é um pano de fundo para uma grande tergiversação sobre a realidade do sistema. Os motoristas estarão sendo crucificados como os responsáveis pelas péssimas condições de trânsito e atendimento da população no cumprimento dos horários. O Trânsito em Maringá foi a principal justificativa de uma pretensa “impossibilidade” para o cumprimento de horários. Mas vejamos: Se o Nosso sistema viário ainda não está estruturado por uma concepção modular das estações que permitiria a sua ampliação gradual de acordo com o aumento da demanda devido à expansão do sistema, garantindo a manutenção do nível de serviço aos usuários. Na concepção modular, os terminais e estações de integração seria posicionado em pontos estratégicos na rede de transportes possibilitando a integração física e tarifária entre diferentes serviços, fundamentais para a operação de um sistema tronco alimentado.
 Fonte: Eloisa Maieski Antunes: Avaliação da qualidade do transporte público por ônibus sob o ponto de vista do usuário em cidades médias paranaenses (http://www.peu.uem.br/Discertacoes/Eloisa.pdf)
No entanto, pra implantação do sistema seriam necessários os investimentos em infraestrutura viária no setor de transportes em Maringá. Porém, mesmo sendo anunciados investimentos em 2010 que teriam inicio em 2011. Dando a Notícia de que fora “Assinado acordo de US$ 13milhões para obras no trânsito de Maringá”, até hoje estão à sombra do paço municipal!  A população de Maringá está apreensiva quando aos resultados da CPI, pois apenas a redução da tarifa não significará a melhoria da qualidade do serviço e não estaremos apurando as responsabilidades pela não existência de investimentos na infraestrutura viária e na mobilidade urbana na cidade. Podemos ter uma vitória parcial e pífia se esse resultado estive resumido à baixar uns centavos da tarifa. Não é apensa por 0,20 centavos!
O Movimento Transporte Para Todos continuará buscando esclarecer a população sobre a necessidade de investimentos concretos e uma gestão municipal mais comprometida com a melhoria das condições de locomoção em Maringá, seja pela ampliação do serviço de transporte coletivo com os devidos investimentos na infraestrutura como: os pontos de ônibus cobertos, faixas e corredores exclusivos para os ônibus, os terminais de bairro, seja pelo estímulo à utilização de meios mais baratos e saudáveis, como a implantação das prometidas ciclovias. 
A luta agora não é mais apenas pela redução da tarifa e sim pelo cumprimento da obrigação dos gestores e dos vereadores em aprofundar um debate sobre a necessidade de um Plano de Mobilidade Urbana que ainda encontra-se em elaboração e não existe em Maringá. O Plano Diretor precisa incorporar um plano setorial de transportes e mobilidade. Os recursos existem, o que falta é vontade política e interesse (ou competência) dos gestores. Apenas o controle social poderá garantir a participação e união dos diversos atores sociais, técnicos e políticos para a promoção desse avanço. Acreditamos que esse debate passa pela criação de um Conselho Municipal de Transporte e Mobilidade Urbana, que é urgente!
Vejam o Vídeo reportagem: Moradores saem às ruas, vão à sessão da Câmara e conseguem CPI do transporte coletivo.